Nesta matéria para a revista Seleções – Reader’s Digest, explorei o conceito de slow living, apresentando as origens do movimento e os princípios que orientam esse estilo de vida. A partir de uma abordagem explicativa e narrativa, desenvolvi o tema destacando seus benefícios no cotidiano e sua proposta de desaceleração em contraste com a rotina contemporânea.
A matéria também traz relatos e exemplos de pessoas que transformaram suas rotinas ao adotar práticas mais conscientes, buscando ilustrar como pequenas mudanças podem impactar a qualidade de vida. O objetivo foi traduzir o conceito de forma acessível e próxima do leitor, conectando informação e experiência.
Esta reportagem parte de uma foto que ganhou repercussão na rede social X. Na imagem, é possível ler a mensagem "bem-vindes PCDs", escrita nos degraus do prédio de Central de Produção Multimídia (CPM), que evidencia uma contradição direta: o edifício, de apenas dois andares, não possui qualquer estrutura de acessibilidade, cenário que se repete em diferentes espaços do campus da Praia Vermelha.
A partir disso, desenvolvemos uma matéria que investiga como a ausência de acessibilidade impacta o cotidiano universitário. Por meio de entrevistas com estudantes, um professor e o responsável pela CPM, Alexandre de Oliveira, o trabalho articula diferentes perspectivas, conectando relatos individuais a uma questão estrutural.
Mais do que um caso isolado, o projeto propõe uma reflexão sobre as barreiras físicas e institucionais que ainda limitam o acesso e a permanência de pessoas com deficiência no ensino superior, evidenciando como a falta de acessibilidade segue sendo naturalizada no ambiente acadêmico.
Durante o ano de 2025, produzi ativamente conteúdo para o instagram do Projeto Tarde Feliz. Lá, pude desenvolver minhas habilidades de edição e produção de conteúdo para as mídias sociais, usando principalmente o Canva.
Neste projeto, desenvolvemos um curta-metragem a partir de relatos e entrevistas com oito participantes, com o objetivo de evidenciar como diferentes vivências influenciam percepções e respostas sobre uma mesma realidade.
A proposta consistiu em entrevistar quatro pessoas negras e quatro pessoas brancas, todas respondendo às mesmas perguntas. A partir desse recorte, o trabalho buscou explorar os contrastes presentes nas respostas e refletir sobre como a sociedade brasileira atravessa essas experiências de forma desigual.
Ao longo do curta, as narrativas revelam não apenas perspectivas individuais, mas também um distanciamento significativo entre realidades que coexistem. O projeto se constrói justamente nesse contraste, evidenciando, por meio da escuta e do relato, as diferenças marcantes nas vivências de cada grupo.
Nessa série de vídeos produzidos para o Tiktok/Reels, dou dicas de animes que já assisti. Fiz todas as etapas, desde a produção até a edição final, com auxílio do Capcut.